Prêmio Interações Florestais 2010 – Residência Artística Terra UNA

Amig@s, participem ou divulguem para quem possa se interessar... Esse Projeto é Excelente!
 
Abraços,
 
conselho
Imagem do Conselho TERRAUNA (www.terrauna.org.br)
 
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Interações Florestais 2010 – Residência Artística Terra UNA . Nesta edição além dos espaços da Ecovila os artistas irão interagir com o Ponto de Cultura e Sustentabilidade em Liberdade MG.

Os artistas interessados em interagir com a floresta, com o ambiente rural, com a vivência de uma Ecovila, com a população local de Liberdade e com o desenvolvimento do trabalho de outros artistas estão convidados a se inscreverem em nossa convocatória para a residência de 2010.

15 artistas passarão por Terra UNA com suas idéias e suas potências criativas recebendo uma bolsa de 1500 Reais e um mês de estadia na Ecovila. 10 artistas serão selecionados em um processo autogestionário onde os próprios inscritos escolhem os premiados. Três artistas são convidados para acompanhar o processo de maneira critica, e dois artistas serão escolhidos por Terra UNA para representar a Ecovila e a rede de Pontos de Cultura.

O Prêmio Interações Florestais 2010 é o segundo prêmio de residência artística da Ecovila Terra UNA. Estamos felizes de poder contar mais uma vez com o patrocínio da FUNARTE/MINC para a realização deste trabalho que desloca a produção contemporânea em artes visuais para outros espaços do país. Fomentada em 2008 pelo Prêmio Conexão Artes Visuais FUNARTE/MINC/Petrobrás, a primeira edição do prêmio contou com mais de 150 artistas inscritos e levou 12 deles para realizarem seus trabalhos em Terra UNA. Com a consolidação do Ponto de Cultura e Sustentabilidade, gerido por Terra UNA em Liberdade, o projeto ganhou mais fôlego sendo um dos ganhadores do Prêmio Interações Estéticas 2010.

Que a pulsação da criação artística vibre pelos vales da Mantiqueira e encontre ecos nas idéias de sustentabilidade, ecologia e novos paradigmas para assentamentos humanos da Ecovila Terra UNA.

Terra UNA, novembro de 2009.

www.terrauna.org.br

http://www.terrauna.org.br/if2010/

CULTURA E PENSAMENTO abre Editais para fomentar Debates Presenciais e Revistas Culturais...

CULTURA E PENSAMENTO é um programa nacional de estímulo à reflexão e à crítica cultural. Desde sua primeira edição em 2005, seleciona e apoia projetos de debates presenciais e publicações. O objetivo do programa é dar suporte institucional e financeiro a iniciativas que fortaleçam a esfera pública e proponham questões e alternativas para... Leia mais

Editais

Novas seleções públicas

Em 2009, o Programa CULTURA E PENSAMENTO lança editais para a viabilização de oito projetos de debates presenciais e a publicação de quatro projetos editoriais de periódicos impressos, a serem realizados... Leia mais

EDITAL PARA REVISTAS CULTURAIS

O edital de apoio a revistas voltadas para a reflexão crítica sobre a produção artística e cultural brasileira contemporânea viabilizará quatro projetos editoriais, com o repasse de R$ 88 mil para... Leia mais

EDITAL PARA DEBATES PRESENCIAIS

Na edição 2009-2010, o edital de apoio a debates presenciais disponibilizará um valor de até R$ 90 mil para cada um dos oito projetos vencedores. O processo de seleção acontecerá em duas etapas,... Leia mais

Últimas Notícias...

Estamos no Twitter

O Programa Cultura e Pensamento agora também está no Twitter:  twitter.com/cult_pens. Usuários da rede social podem acompanhar notícias sobre os editais, ações resultantes... Leia mais

XIII SALÃO DE ARTES VISUAIS DA CIDADE DO NATAL, tem lançamento nesta Sexta!

clique no cartaz para ampliar!


CONFIRA AS NOVIDADES DO SALÃO DESSE ANO!   

           O XIII Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal tem lançamento oficial marcado para esta sexta-feira, 13, às 19h, no auditório da Fundação Cultural Capitania das Artes, Funcarte. As inscrições acontecem a partir desta segunda-feira (16), no Núcleo de Artes Visuais da instituição, das 8h às 12h e das 13h às 17h.


Durante a abertura será divulgada oficialmente a arte do salão, as mudanças propostas para esta edição (e são muitas!), explicação sobre a inscrição e o cronograma de palestras e cursos que acontecerão como parte integrante desta edição que homenageia o artista potiguar Rossini Perez, que nasceu em Macaíba e inscreveu seu nome no circuito nacional e internacional como um dos melhores gravuristas de sua geração.

O XIII Salão de Artes Visuais de Natal começa trajetória implantando novidades...

A Fundação Cultural Capitania das Artes – Funcarte/PMN, lança nesta sexta-feira, 13, às 19h, no auditório da Capitania o XIII Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal. As inscrições começam a partir da próxima segunda-feira, 16, no Núcleo de Artes Visuais da instituição, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Nesta edição o Salão homenageia o artista potiguar Rossini Perez, natural do município de Macaíba, conhecido nacional e internacionalmente como um dos principais gravuristas de sua geração. Ainda este ano, o artista será tema de retrospectiva no Centro Cultural da Caixa Econômica, em São Paulo.

A edição do Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal deste ano apresenta mudanças significativas que resultam de um trabalho intenso feito no Núcleo de Artes Visuais da Funcarte, sob a direção de Sânzia Pinheiro. O Salão conta também com a colaboração de Jean Sartief, responsável pela coordenação do evento e do professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Everardo Ramos, responsável pela coordenação dos seminários.

Este ano serão 18 artistas selecionados, recebendo cada um a premiação no valor de R$ 1.350,00. Pela primeira vez, haverá uma premiação para a realização de um ensaio teórico no valor de R$ 2.000,00. Dois artistas serão convidados para integrar a exposição, sendo um local e um nacional. Além destas novidades, os artistas poderão indicar, no ato da inscrição um outro artista para participar da comissão de seleção – o artista mais votado integrará a comissão de seleção, caso não possa ou prefira não participar será convidado o segundo lugar, e em caso de empate ou impossibilidade, a comissão de organização indicará um dos artistas ou autoridade de notório saber no campo das artes visuais. O artista indicado que aceitar participar da comissão de seleção não participará do salão, como regra para manutenção da lisura do processo de seleção.

Outra preocupação da equipe organizadora do salão foi a de investir na capacitação dos artistas. Neste sentido está previsto cursos de pintura contemporânea, pesquisa de materiais, desenho expandido, mesas redondas e mostra de vídeo de exposições realizadas no Itaú Cultural. A programação ainda conta com palestras, oficinas e cursos, que acontecerão nos meses de dezembro e janeiro.

ROSSINI PEREZ

O artista potiguar Rossini Perez, homenageado na edição atual do Salão de Artes Visuais de Natal, nasceu em 1932, em Macaíba. Estudou na Associação Brasileira de Desenho, com Iberê Camargo e Vera Tormenta. Dedicando-se à gravura, foi aluno de Fayga Ostrower, em 1953. Freqüentou, em 1959, o curso de Johnny Friedlaender no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde, de 1959 a 1961, seria assistente da gravadora Edith Behring. Transferiu-se, em 1961, para a Europa, como bolsista da Unesco para especialização em litografia na Rijksakademie Van Beeldende Kunst de Amsterdam. Residiu em Paris, até 1972. De volta ao Brasil, fixou-se em Brasília, para posteriormente retornar ao Rio de Janeiro. Atualmente vive no Rio de Janeiro.

CRONOGRAMA

Inscrições com entrega dos portfólios: 16/11 a 30/12
Seleção: 08/01
Divulgação resultado: 11/01
Recebimento obras selecionadas: 12/01 a 18/01
Abertura da exposição: 22/01
Período exposição:     23/01 a 31/03
Devolução das obras: 05/04 a 30/04 - das 08 às 13h

 

Onde:
   

Fundação Cultural Capitania das Artes
Av. Câmara Cascudo, 434, Cidade Alta,
CEP 59025.280

Núcleo de Artes Visuais – 3232.4599

EXTRA! EXTRA! LANÇAMENTO DO EDITAL do XIII SALÃO DE ARTES VISUAIS DA CIDADE DO NATAL, Sexta, 13/11!

O XIII Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal tem lançamento oficial marcado para esta sexta-feira, 13, às 19h, no auditório da Fundação Cultural Capitania das Artes, Funcarte. As inscrições acontecem a partir desta segunda-feira (16), no Núcleo de Artes Visuais da instituição, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
 
Durante a abertura será divulgada oficialmente a arte do salão, as mudanças propostas para esta edição (e são muitas!) e o cronograma de palestras e cursos que acontecerão como parte integrante desta edição que homenageia o artista potiguar Rossini Perez, que nasceu em Macaíba e inscreveu seu nome no circuito nacional e internacional como um dos melhores gravuristas de sua geração.

Fundação Cultural Capitania das Artes

Av. Câmara Cascudo, 434, Cidade Alta,

CEP 59025.280

Núcleo de Artes Visuais – 3232.4599

13salaoartesvisuaisnatal@gmail.com

intervenções coletivas e porNIgrafias: ame I

8 de Maio 2009 na mídia... Entrevista de Fernando Cocchiarale ao Viver!

Viver

“O conceito de arte está ultrapassado”

Fábio SeixoProfessor e crítico de arte Fernando Cocchiarale debate a diversidade da produção artística contemporânea
07/05/2009 - Tribuna do Norte 

Yuno Silva - Repórter 

Injetar sangue nas paredes esburacadas de edifícios que fazem parte do Patrimônio Histórico da cidade, com o intuito de despertar a magnitude de outrora; construir versões simplificadas dos jardins suspensos da babilônia no terminal rodoviário; desenhar marcações de acidentes em ruas movimentadas da cidade, chamando atenção para a falta de educação no trânsito... essas são apenas algumas das surpresas preparadas para ilustrar as comemorações do Dia do Artista Plástico (8 de maio), e estão fazendo parte do cotidiano da capital potiguar durante essa semana.

Tais experimentações e intervenções urbanas (oito no total), mais ciclo de palestras, exposições e feira de artes fazem parte da programação proposta pelo Núcleo de Artes Visuais da Fundação Capitania das Artes, que segue até o próximo sábado. As intervenções começaram ontem na cidade.

Mesmo os mais desatentos não ficarão alheios às comemorações, pois uma série de obras estarão circulando nas janelas traseiras de seis ônibus urbanos (busdoor) com releituras atuais de trabalhos do artista plástico Moura Rabelo, o grande homenageado deste ano – um sétimo ônibus será inteiramente grafitado ao vivo no dia 9, às 16h, em frente à Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Ribeira, durante realização da Feira de Artes Visuais, onde obras estarão expostas e à venda por preços acessíveis (até R$ 50).

Hoje, às 19h, no auditório da Funcarte, o crítico de arte e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro professor Fernando Cocchiarale, e o artista plástico potiguar Fábio di Ojuara encerram o ciclo de debates com a palestra “A Diversidade na Produção da Arte Contemporânea: Meios, Linguagens e Discursos”.

Para tentarmos desmistificar esse conceito de arte contemporânea, se é que é realmente necessário compartimentar o pensamento em relação à essas novas possibilidades artísticas, o VIVER conversou com o artista carioca Fernando Cocchiarale sobre o assunto.

Autor de várias Mostras, especialmente em vídeo, no Brasil e no exterior, Cocchiarale integrou – no início da década de 1990 – a conceitual retrospectiva “Anos 70 – Fotolinguagem”, exposição coletiva e comemorativa que esteve em cartaz no Parque Lage, Rio de Janeiro. Formado em filosofia pela PUC-RJ, passou a escrever sistematicamente para publicações de arte e hoje atua como professor de História da Arte e Estética do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil. Também é curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Essa busca pela contemporaneidade não acaba reprimindo a produção e deprimindo os artistas, principalmente aqueles que ainda estão em busca da própria personalidade?
Na verdade, esse é um sentimento que atordoa, desnecessariamente, artistas de todo o mundo: não há busca nenhuma pela contemporaneidade, pois estamos vivendo inseridos nela. Ela está aí, não precisamos procurar nada. Basta acreditar no que se está fazendo e refletir nos motivos que instigaram a criação. 


E é possível, dentro de um contexto histórico, conceituarmos a arte contemporânea?
 Não há essa possibilidade teórica se continuarmos restritos aos conceitos criados há 500 anos. O que as pessoas (artistas e público) precisam perceber é que o conceito de arte que está impregnado na sociedade ocidental é ultrapassado, arcaico, onde a arte estava distante do cotidiano e era vista – simplificadamente - como o objeto belo que fica exposto em um pedestal ou fixado na parede. Bastava apenas existir e estar à mostra em lugar propício (museus, por exemplo) para ser considerada arte.


Há então uma crise?
Exato, essa tentativa de se conceituar a arte contemporânea está em crise há, pelo menos, uns 60 anos. Ainda acredita-se que algo que está próximo ao próprio cotidiano não é arte. Hoje a arte pode ser útil, ter uma utilidade real no dia-a-dia das pessoas e isso é difícil mesmo de ser entendido de uma hora para outra. Ainda produzem e pensam arte sob a ótica exclusiva do objeto, o que implica na redução dos processos criativos à esfera do fazer. Na arte contemporânea há toda uma reflexão, que propõe um pensamento sobre a própria arte.


Por isso o estranhamento por boa parte do público?
Não que seja estranho, na verdade é o contrário: a arte contemporânea está bem mais próxima de nós do que antes, e talvez, justamente por isso, as pessoas estranhem. Estranho mesmo é o conceito ultrapassado de que a arte deve ser contemplativa. Inclusive, cada cultura tem seu próprio conceito: um católico enxerga uma imagem diferente de uma pessoa de outra religião, por exemplo.


A arte contemporânea é efêmera, uma vez que performances e intervenções são temporais?
Se considerarmos a efemeridade temporal sim, ela é efêmera. Mas se considerarmos o registro dessas ações teremos a perpetuação dessa arte.


* Tribuna do Norte, de 07/052009

O CARÁTER ARTÍSTICO DA CIDADE

Fermentações Visuais no VIVER/TN » Toda Terça!
Japers
Por Rosane Felix e Sanzia Pinheiro
28/04/2009 - Tribuna do Norte

   A cidade como um acervo de arte, é o que sugere um grafite belíssimo na esquina da Avenida Prudente de Morais com a Rua Miguel Castro. O trabalho, possuidor de grande delicadeza é assinado por Japers. Na imagem é possível ler duas frases “solte as flores” e na “teoria a prática é outra”. A primeira nos fez pensar no artigo de Lúcia Marciel Barbosa de Oliveira e Liliana Sousa e Silva, a Cidade Como Experimentação no qual as autoras pensam a cidade como projeto coletivo: A cidade como teatro do encontro, como espaço de criatividade, como sistema de vida que desenvolve desejos e como projeto cultural.

   A idéia de coletivo se distancia das idéias de massa e povo e se aproxima da idéia de coletivo como afirmação de uma multiplicidade de singularidades, de individualidades, voltadas para a ação conjunta. Neste sentido é interessante pensar a “poética do espaço” presente no transitório diálogo que produções marginalizadas, tão presentes em nosso cotidiano como o grafite, lambes e stencil pelas ruas, lançam ao transeunte que vivencia e observa o espaço. Questões de significado diverso, como o pertencimento, o simbolismo e historicidade presentes no ato de apropriação de lugares públicos, por parte de artistas invisíveis que compartilham conosco suas intervenções.

   A importância de entender a cidade, enquanto produção artística, fruto não só do planejamento urbanístico, mas da representação que a ela dermos através de nossa percepção, estabelece diálogos de naturezas diversas através da arte, adicionando possibilidades que extrapolam o fluxo utilitário do espaço público cotidiano. O significado dessa experiência perceptiva fomenta a compreensão da cidade como um coletivo de interesses diversos, que reconhece o imaginário de cada morador como símbolo e parte da sua história.

   “Na prática a teoria é outra” e “solte as flores”, fazem pensar na cidade como um lugar poético, portanto estético e artístico. Lembra o poema “a flor e a náusea” de Drummond. A arte das ruas nos oferece a oportunidade de quebrar a uniformidade dos dias, forjando com linhas, formas e cores novas possibilidades de existir e vivenciar Natal. Perceber a arte na cidade seria então um convite a “soltar as flores” de nossa percepção, ao percorre a cidade que vivenciamos, deflagrando assim, um olhar assimétrico sobre a própria arquitetura do ambiente e sobre acontecimentos sociais e políticos.



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O prazo para a participação na Ação História de Cinema foi prorrogado! Agora você tem até 30 de abril para enviar seu vídeo (de até cinco minutos) e concorrer a uma bolsa em uma oficina de adaptação na Academia Internacional de Cinema e a produtos do Itaú Cultural. Mais: www.itaucultural.org.br

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O Governo do Estado, através da Fundação José Augusto abre inscrições para dois editais O Prêmio William Cobbet é um concurso para produção de curtas metragens, até 15 de junho. O valor destinado a cada um dos projetos será de R$ 20.000, 00; O Prêmio Cornélio Campina de Cultura Popular tem inscrições abertas até 08 de junho, a seleção dos projetos é de grupos tradicionais da cultura popular do Estado. A premiação é de R$ 6.000,00 cada. Mais: www.fja.rn.gov.br.

 
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